segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Confusão

Ouço o mar a bater nas minhas rochas.
Os elementos estão baralhados, o céu está claro mas pronto a chover e o sol está a brilhar mas algo o impede. Paro para escutar a alma, observo a sua pureza e cheiro o seu encanto. Todos estamos presentes, estamos diante da cor, mas na verdade só é reflectido o preto, o único problema é que estamos diante as cores todas do arco-íris.
Plantei uma semente que originou o meu "eu", mas as mudanças de clima geraram algo que nada esperava. O vento sopra mas como nunca senti. A confusão cria-se na maré vazia e cultiva-se em campos grandes.
2 de Dezembro de 2011

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