Não são palavras, nem muito menos outras coisas que vão traduzir tal escrita sem código. Olho a melodia que tentas construir, mas infelizmente, observo o seu fracasso, mas e então?
Não cruzes os braços, segue a tua vida, agarra-te a mínima coisa, porque mero gestos fazem grandes acções.
Não cruzes os braços, segue a tua vida, agarra-te a mínima coisa, porque mero gestos fazem grandes acções.
Olha tens amigos e nem sabes que estão lá? Ou também os podes ter e não estarem mas nada serve de justificação, aproveita que tens vida e podes viver e não te lamentes por queres morrer.
Tenho dias, que espero por uma luz, que por norma surge de onde menos espero.
Escuto e paro para pensar, para quê tornar a vida repetida?
Sinto falta de escutar gargalhadas verdadeiras, de sentir paz de espírito e aquela liberdade que tinha de certa parte.
Sinto falta de escutar gargalhadas verdadeiras, de sentir paz de espírito e aquela liberdade que tinha de certa parte.
Agosto de 2010
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